Muitas empresas encaram o Equipamento de Proteção Individual (EPI) como um "custo indesejado" na planilha, entregando materiais inadequados apenas para burlar a fiscalização. O que o seu patrão deveria tratar como proteção absoluta, ele trata como despesa. O resultado? O trabalhador adoece, e a Justiça do Trabalho exige a reparação integral.