Trabalhar em pé durante horas, inalar gases tóxicos, sofrer com o risco de assaltos e ainda ter que cobrir o prejuízo de clientes que fogem sem pagar. A rotina do frentista é uma das mais perigosas do país, mas muitos donos de postos operam uma verdadeira máquina de supressão de direitos para aumentar a margem de lucro na bomba.